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Lyra da Língua Mágica: "Mas então não poderíamos construí-lo. Ninguém poderia, se permitisse a si mesmo vir em primero lugar. Temos que ser todas essas coisas difíceis como ser alegues, e gentis, e curiosos, e corajosos, e pacientes, e temos que estudar e pensar, e trabalhar com afinco, todos nós, em todos os nossos mundos diferentes, e então construiremos…"
Pantalaimon: "E então o quê? Construir o quê?"
Lyra da Língua Mágica: "A república do céu."
Lyra e seu dimon discutem sobre a República do Céu.[fonte]

A República do Céu é um ideal que existe em contraposição ao Reino do Céu, buscando libertar as espécies conscientes do domínio do Reino e abrir suas mentes para o conhecimento. As forças da República ocasionalmente são referidas como rebeldes, especialmente os anjos.

HistóriaEditar

A República do Céu teve origem a cerca de 35 mil anos atrás, quando um anjo rebelde questionou o poder de criação da Autoridade e reuniu outros anjos para derrotar sua influência no multiverso, iniciando a Grande Guerra. Derrotados, os anjos rebeldes se reagruparam e passaram a ficar escondidos nos lugares mais remotos dos mundos e se preparando em segredo para um contra-ataque[1].

Em aproximadamente 1997, Lorde Asriel, um homem extremamente influente do mundo de Lyra, consegue abrir passagens para outros mundos e se une aos rebeldes, eventualmente tornando-se o comandante supremo de suas forças. Lorde Asriel convoca seres de inúmeros mundos para uma batalha contra o Reino, dentre os quais estão humanos, galivespianos, feiticeiras, anjos e muitas outras criaturas desconhecidas[2].

Com a ajuda de simpatizantes à sua causa, dentre eles Balthamos, Baruch, John Parry e Lee Scoresby, Will Parry, o portador da faca sutil, a única arma capaz de matar a Autoridade, é levado para o lado das forças rebeldes junto com Lyra Belacqua.

Em uma campanha iniciou-se a Batalha na Planície, onde as forças do Reino do Céu eram cem vezes maiores[2]. Ainda assim, Will e Lyra acidentalmente matam a Autoridade] e Lorde Asriel e Marisa Coulter, sua amante, derrotam Metatron, o regente do Reino. Com a morte dos dois líderes supremos do Reino, suas forças recuam para se reorganizar e um dia voltar com mais força[3].

Depois da guerra, Xaphania, uma anjo rebelde, se reúne com Will e Lyra e explica que as janelas abertas pela faca são responsáveis pelo extravasamento do dos mundos, as partículas responsáveis pelas criaturas conscientes, e que por isso devem fechar todas as janelas, exceto aquela existente no mundo dos mortos para liberar os fantasmas. Depois de Will ensinar à ela como fechar as janelas, Xaphania parte para fechar as janelas e Will quebra a faca para que ela nunca mais seja usada[4][5].

CuriosidadesEditar

Ao contrário das edições em inglês de A Luneta Âmbar, na versão brasileira "República do Céu" é escrito com letras minúsculas.

ReferênciasEditar

  1. A Luneta Âmbar, Capítulo 2. Balthamos e Baruch
  2. 2,0 2,1 A Faca Sutil, Capítulo 13.Æsahættr
  3. A Luneta Âmbar, Capítulo 36. A Flecha Quebrada
  4. A Luneta Âmbar, Capítulo 37. As Dunas
  5. A Luneta Âmbar, Capítulo 38. O Jardim Botânico

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